Ao longo dos tempos, tenho me vindo a aperceber de que a minha relação com os outros seres humanos, especialmente na sociedade onde me integro com eles, é um bocadiiiiiiiinho complicada. Digamos que às vezes fico um bocado, desculpem a expressão, what the fuck (?) com as suas atitudes e respostas àquilo que a vida lhes faz todos os dias.
Somos todos livres, limitados, mas livres de respondermos àquilo que nos acontece e àquilo que nos é dado da maneira que bem entendermos.
Com dezasseis anos e uma quantidade indefinida de horas de existência, acho que já é possível apresentar a minha conclusão após analisar os seres humanos à minha volta. Refiro-me às pessoas cujo passa-tempo preferido me parece ser: queixar-se.
A situação é a seguinte, se estão mal, se estão constantemente a dizer que estão fartas disto e daquilo, que não era isto que queriam para as suas vidas, porque é que se conformam com a situação e não fazem nada para mudar aquilo que não lhes agrada? Ainda estão vivas, ainda têm tempo para correr atrás dos seus sonhos, para mudar de vida, para fazerem aquilo que mais gostam, para serem felizes a fazerem aquilo que queriam. As desculpas para não fazer alguma coisa, essas vão ser sempre encontradas. Mas se toda a gente se reger por essa máxima, a de "não posso fazer isto, porque... e, mesmo que não tenha esta consequência, é melhor não arriscar.", ninguém seguiria os seus sonhos, todos viveriam num conformismo, que ninguém sairia à rua pra lutar por aquilo que querem.
Eu digo que devemos lutar por aquilo que queremos. É óbvio que devemos pensar nas consequências, mas não de um modo obsessivo e, no caso de decidirmos arriscar e ignorar as possíveis consequências do nosso acto, talvez até valha a pena. Talvez devamos mudar a nossa pirâmide hierárquica de vez em quando, em prol das nossas prioridades e sonhos.
"Não deixes que a tua chama se apague com a indiferença.
Nos pântanos desesperançosos do ainda, do agora não.
Não permitas que o herói na tua alma padeça frustrado e solitário com a vida que ele merecia, mas que nunca foi capaz de alcançar.
Podemos alcançar o mundo que desejamos.
Ele existe. É real. É possível. É teu."
(Ayn Rand)
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