sexta-feira, 9 de setembro de 2011

I dreamed a dream




No outro dia tive um dos melhores sonhos que alguma vez tive até hoje. Talvez não só pelo conteúdo em si, mas também pela sensação que me deu, fez parecer tudo real. Já foi há algumas noites atrás, mas hoje lembrei-me dele por acaso e, ao lembrar-me, reparei que, provavelmente, a razão para não me ter lembrado dele antes foi mesmo o facto de já o ter adicionado à pasta das memórias e não à dos sonhos. 

Já era de noite e eu andava pelas ruas de uma cidade, uma provavelmente inventada pelo meu inconsciente. Os candeeiros iluminavam-me o caminho e assim dava para ver que não havia ninguém na rua. Eu continuei a andar, sem saber porquê, nem à procura de quê. De repente, alguém me reconheceu e chamou o meu nome e o som vinha de uma varanda, eram uns rapazes conhecidos. Limitei-me a acenar-lhes e eles voltaram ao que estavam a fazer. De repente, como se fosse já habitual, comecei a voar. A voar mesmo, não como os pássaros que batem as asas, nem nada disso, não me saiu asa nenhuma das costas. Foi mesmo como se já não existisse gravidade para mim. Voei tão alto e soube tão bem, que acho que era disso que estava a precisar. Juro que senti mesmo os pés fora do chão. 
É sobre estes sonhos que, acordada, fico a fantasiar horas, a criar histórias e personagens. É por estes sonhos que peço ao meu inconsciente antes de adormecer.

1 comentário:

  1. Há uns anos também tinha um sonho recorrente em que voava como se saltasse...
    O meu pai conta que quando era mais novo também tinha esse sonho... Também voava.
    Há uns anos tinha um amigo que me explicava os sonhos, como se isso fosse possível... O que será feito dele?
    bjs.

    ResponderEliminar